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EDUARDO REZENDE
Enetrevista:
Adriana Dark. Foto: divulgação.
Acompanhe a entrevista com o professor de geografia Eduardo Rezende, também escritor, autor de dois livros sobre cemitérios (assunto e local que nós Góticos tanto adoramos, frequentamos e muitas vezes não damos a devida atenção e valorização) e que está prestes a lançar seu terceiro livro, intitulado simplesmente de Cemitérios.

ADL – Seu trabalho é dedicado a um local sagrado e especial chamado cemitério. Pela sua experiência, como professor, você vê ainda resistências das pessoas (vivas) terem medo, superstições, crendices, falas idéias religiosas e medo de caixões e dos cadáveres? Qual a reação das pessoas em suas pesquisas quanto a tudo isso?          
Eduardo Rezende –
A sacralidade imersa na sociedade vem diminuindo em virtude da racionalidade do mundo contemporâneo, entretanto isso não significa que a sacralidade tenha desaparecido, isto posto, vemos resquícios religiosos quando o assunto é cemitério. Hoje o maior espanto com a temática cemitérios é o lidar com a morte, assunto tabu numa sociedade de acumulação, onde a ontologia é positiva, ou seja, não nascemos para morrer e sim para viver eternamente. O sistema de nossas vidas não é organizado por uma ontologia negativa, ou seja, o ser para morte, e lidar com cemitério é lidar com essa ontologia negativa que quase ninguém quer tratar e enxergar.   

ADL – Dos 400 cemitérios visitados pesquisados por você, algum lhe chamou a atenção em especial, algo "fora do comum"?
Eduardo Rezende – O de Budapeste na Hungria e o do Buseo em Montevidéu no Uruguai.

ADL – Sobre a editora Necrópolis, a editora destina-se a publicações de livros especializados em cemitérios, na parte física e geográfica, ou aborda outros temas próximos como a Morte, tanatologia, arqueologia e funerais antigos?
Eduardo Rezende – A editora está focada na temática cemiterial, isso não nos impede de publicarmos outros assuntos. Por exemplo, dos próximos títulos  que já estão em fase de diagramação, um tem temática cemiterial, pois trata de lápides e epitáfios, já o outro não, pois trata de aulas de Geografia em viagens e excursões.

ADL – Qual a previsão de lançamentos dos próximos títulos da editora Necrópolis?
Eduardo Rezende – Daqui uns dois meses, esses títulos que falei acima. O livro Cemitérios estarei lançando agora no dia 5 de abril, a partir das 14 horas, no sebo arquipélago: Praça Carlos Gomes número117 Metrô Liberdade.

ADL – O que o senhor conhece e acha sobre os góticos?
Eduardo Rezende – Eu fiquei parado no tempo, só conheço a primeira fase lá pelos idos de 1984, onde a denominação era punk inglês, depois passou para Dark, isso envolvia The Cure, Joy Division, etc. Acho que os góticos expressam a sua inconformidade com a mediocridade com o sistema que padroniza a cultura, os hábitos enfim com a falta de vida que esse mundo que está aí tem. De alguma maneira eles estão dizendo que essa vida não serve, é insuficiente, não nos traz contentamento.

ADL – Dos cemitérios que você visitou, vendo as condições de vigilância, administração, zeladoria, segurança, fala-se em depredações, furtos, sujeiras, garrafas de bebidas alcoólicas, artefatos de magia negra, pichação, indícios de fazer do local como bordel, e  toda a falta de respeito. Muito disso se atribui a uma parte dos góticos. Como o senhor vê tudo isso?
Eduardo Rezende – Talvez uma pequena parcela que não sabe o que é Gótico, mas se veste de preto é se intitula Gótico, suje o cemitério com garrafa de vinho, leve pedaço de estátuas para casa. Entretanto essa não é uma questão de ser Gótico ou não, e sim de ter consciência da coletividade.

ADL – Os góticos evoluídos e conscientes e que adoram (nos dois sentidos) toda a arte cemiterial, que são os verdadeiros góticos, podem fazer parte da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais e demais órgãos ligados a isso?
Eduardo Rezende – Sim todos podem fazer parte, teremos em julho em Goiânia o nosso terceiro encontro nacional, maiores informações abec2008@gmail.com

ADL – Com o crescimento da população e consequentemente o crescimento de óbitos, será necessário a construção de novos cemitérios? Ou ampliação dos mesmos?
Eduardo Rezende – Talvez não seja necessário, pois a cremação tem aumentado razoavelmente no Brasil, além das exumações que permitem a renovação do espaço cemiterial.

ADL – Há possibilidade de se ampliar o horário de visitação aos cemitérios ou aberturas especiais de visitação noturna, sendo monitorada, com segurança e iluminação?
Eduardo Rezende – Só nos cemitérios privados.

ADL – Deixe um recado e uma mensagem aos góticos me geral!
Eduardo Rezende – Procurem conhecer um pouco mais do espaço que gostam de freqüentar.

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Veja abaixo a resenhas dos trabalhos do professor Eduardo Rezende.

CEMITÉRIOS
Autor: Eduardo Coelho Morgado Rezende.
Editora: Necrópolis.
Ano: 2008
Número de páginas: 106
Acabamento:  Brochura
Formato: Médio
Mais um livro da editora Necrópolis, do professor de geografia Eduardo Coelho Morgado Rezende. Aqui, um livrinho pequeno, funciona como um pequeno guia que tem por objetivo mostrar as várias características do cemitério, do ponto de vista social e ambiental. Por isso, aqui se fala de arte tumular, uma arte tão discriminada ao longo de séculos, mas que existe e é bela, e claro, cabe neste tipo de assunto. Também se fala de saúde público, como o grave problema dos cemitérios em cidades litorâneas, que causa grave contaminação e ninguém se deu conta, e em alguns anos, vai trazer muitos problemas, sendo como solução, os cemitérios verticais. Eduardo Rezende aborda também demografia, turismo e questão ambiental. Aqui ainda, o professor disponibiliza uma relação de publicações feitas no Brasil, e levanta a bandeira do turismo em cemitérios, além de falar das lápides, epígrafes, epitáfios, entre outros. Citando, como sempre, a beleza monumental do Cemitério da Consolação, fala de outros cemitérios no mundo todo do mesmo estilo e nível, como o Recoleta, em Buenos Aires, o Père Lachaise, em Paris, o Necrópole, também na cidade de São Paulo e o Bonfim, em Belo Horizonte. Mostra o outro lado também, dos cemitérios populares, falando de um da Inglaterra, um de Istambul na Turquia e o da Vila Formosa, em São Paulo. Importante as citações históricas, como a de Conde Matarazzo, dono do maior túmulo da América do Sul no Cemitério da Consolação, com 20 metros de altura, e ele comprou o título de conde. Ele não era nobre, mas por ser um riquíssimo industrial, comprou o título, assim como o Brasil comprou a Independência e como quase tudo aqui é comprado. Aqui vai seu currículo e formação: Eduardo Rezende é graduado em Pedagogia pela Uniban e em Geografia pela USP, mestre em Geografia Humana pela USP, professor de História e Geografia da Uniban, presidente da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais e representante brasileiro da Rede Iberoamericana de Cemitérios Patrimoniais. Enfim, mais um livro para sua coleção cemiterial. AD
www.necropolis.com.br
Eduardo Rezende: Tel.: (11) 8341-9310

O CÉU ABERTO NA TERRA     
Uma Leitura Dos Cemitérios na Geografia Urbana de São Paulo

Autor: Eduardo Coelho Morgado Rezende
Editora: Necrópolis
São Paulo 2006
184 páginas

Você gosta de ir a cemitérios? Alguns vão responder que sim e outros que não, mas para quem ama visitar cemitérios rotineiramente e ainda mais os Dark Góticos, eu recomendo esse livro que trata desse local sagrado. O valor histórico, e repito, sagrado daqui de São Paulo, a leitura feita pelo professor de geografia Eduardo Coelho Morgado Rezende em suas diversas estruturas e contextos de vários tipos de cemitérios que existem na cidade, trás ao leitor uma idéia da importância deste lugar. O livro mostra como foi feita a transição, valorização do espaço via cemitérios, um pouco de história em termos de partilhas, doações de espaços de terra para os cemitérios, critérios de instalação das necrópolis, comportamentos de vizinhos ao lado, além de algumas descobertas e curiosidades cemiteriais que aguçam aqueles que amam este lugar, e sabe a sua importância em abrigar a morte, que tem o mesmo valor que a vida. Afinal, se não existisse a morte, não existiriam cemitérios. Portanto, todos os Dark’s devem respeitar e zelar por estes lugares.
O enfoque do livro abrange desde o lado informativo e histórico, das pessoas ali enterradas e no bairro e região em que se situam (inclusive com brigas entre políticos, religiosos, a Igreja, sociedade e comunidade), como também na questão turística e ambiental. Um retrato da pouca cultura de nosso país, pois em todos os lugares do mundo, os cemitérios e todo o tipo de necrópole são um dos pontos altos de visitação turística e aqui no Brasil, não se oferece informação nem estrutura adequada para isso (o que existe ainda é precário e pouco funcional). O agravante é que, os turistas brasileiros, em outros países, visitam mais cemitérios do que quando estão no próprio  Brasil.
A localização dos cemitérios em São Paulo foi denominada de acordo com a necessidade sócio-espacial. O cemitério era utilizado como o limite da urbanização. Ou seja, em cada bairro/região, eles eram colocados no limite, no “fim”, na borda, periferia do bairro, geralmente, como se fosse algo que ficasse o mais distante dos olhos da sociedade (era olhado quase como olhamos os lixões e aterros sanitários hoje em dia, além de cadeias e penitenciárias – ninguém queria por perto). Muito medo com relação a saúde e transmissão de doenças fez com que, muitos cemitérios mudassem de lugar. Um destes casos, resultantes destas brigas, é o Cemitério da Consolação, onde originalmente foi projeto para ser construído no “Campo Redondo”, hoje Praça Princesa Isabel, bairro da Luz.
Com isso, foi campo de especulação de loteadores, que, a princípio, eram doadores de terras para suas construções, mas no fundo, viam que num futuro não muito distante, valorizaria suas terras.
O Cemitério dos Aflitos (o primeiro da cidade de São Paulo) foi criado para abrigar os excluídos do sistema oficial de sepultamentos comandado pela Igreja Católica. O livro também mostra com isso que, a explosão demográfica da cidade e também o crescimento da desigualdade social, mostrava cada vez mais que existiam dois tipos de “morte”: a dos ricos e a dos pobres. Foi assim, que foi construído em 1949 o cemitério da Vila Formosa, para abrigar a explosão demográfica mortuária, se podemos dizer assim (afinal, a matemática mais lógica do mundo: quanto mais nascimentos, mais mortes). As sepulturas eram renováveis e não existiam jazigos. Ainda hoje, por volta de 30 enterros diários são realizados no local.
Sendo assim, o livro mostra que cada cemitério tem um porquê de ser: sua localização, sua formatação, tamanho e etc. E o autor nos faz refletir em outra questão obvia, mas que passa desapercebida para muitos: no começo, na relação igreja-cemitério, as pessoas que professavam outras religiões ficavam excluídas.
Assim surgiu o cemitério dos Protestantes, criado inicialmente para atender os luteranos e presbiterianos. Tanto que o primeiro rabino de São Paulo, João Azmalak, foi enterrado lá, pois não havia um cemitério judaico na cidade. Em 1922, foi construído um anexo no cemitério na Vila Mariana e os islâmicos têm cemitérios específicos para sepultamento, em Guarulhos. AD

METRÓPOLE DA MORTE, METRÓPOLE DA VIDA
Um Estudo Geográfico Do Cemitério Da Vila Formosa
Autor: Eduardo Coelho Morgado Rezende
Editora: Carthago
2a Edição revista e ampliada
São Paulo 2006
108 páginas
Como falado na resenha do livro anterior, O Céu Aberto Na Terra, o fator geográfica determina grande parte dos cemitérios no mundo todo, e como o foco foi a cidade do autor, São Paulo, é daqui que se é falado. Lembrando que, geografia envolve a parte política e humana do ser humano, em ambiência com o fator topográfico, climático e ecológico. Foi fazendo este trabalho de estudo no Cemitério da Vila Formosa, que o autor acabou desenvolvendo um apanhado, um resumo dos demais cemitérios da capital paulista. Sendo assim, Metrópole Da Morte, Metrópole Da Vida aborda este lado específico, do cemitério da Vila Formosa, o maior da América latina. Dos cerca de 40 cemitérios existentes na cidade de São Paulo, o da Vila Formosa até por esse fato é o que merece mais respeito! Por sua grandeza, ele ensina muito sobre a morte e a vida. Até por isso, esse é o título do livro, pois morte e vida são uma coisa só!
Muitas pessoas, principalmente a elite, desprezam este gigante de mais de 760 mil metros quadrados. Justamente por ser um cemitério mais “simples”, sem toda a arte e pompa arquitetônica dos demais, como o do Araçá e o da Consolação. Por ser um cemitério de “pobres”, sofreu com descaso até das autoridades de todos estes anos desde a sua construção em 1949. Nele, milhares de pessoas simples foram enterradas, muitos retirantes inclusive, que deixaram suas famílias no nordeste e viviam muitas vezes sozinhos aqui e não tinham como ter seu corpo transportado para sua terra natal.
O que dá dor na alma é saber que a maioria dos góticos ignoram este cemitério, que tem tanta história e tanto significado. O pessoal só tem interesse em ir ao cemitério para fazer arruaça e se for para admirar e tirar fotos tem que ser das grandes esculturas, ou seja, só enxergam a matéria, e não a sensação que o ambiente transmite. Eles não percebem que o que o cemitério tem de emblemático não é nenhuma construção material e sim a concentração de vidas que ali habitam, pois a morte do corpo não significa a morte do espírito.
Voltando à parte técnica do livro, e voltando a este gigante que é o cemitério da Vila Formosa, o professor Eduardo mostra de maneira global entre as atividades sócio-espaciais, a sua parte geográfica e do terreno cemiterial, exemplificando o comportamento de pessoas perante o dia de finados e é claro, não esqueceu de citar em seus estudos, nós os Dark’s (Góticos), e nos respeitando como agentes sociais e não com ignorância e preconceito como muitos o fazem por aí.
Quanto aos que não acham a beleza tumular ali, desafio você a ler o livro, pois isso o fará ter uma outra visão do fato. Apesar de técnico, o autor nunca se furta de mostrar o cemitério como um lugar lúdico e até mágico (e o é), apontando também para o terrível problema da capital de São Paulo (e de quase todo o mundo) que é a falta de espaço para tudo, até para morrer! Precisamos pensar e planejar no urbano, sem ter mais aquela visão dominadora das religiões e encarar de fato a vida após a morte, para que sejamos, individualmente e coletivamente, independentes de conceitos arcaicos que nada mais servem do que dominar a nós. Este sistema dominante, não só domina a própria pessoa, como faz com que ela seja um fiscal das demais que não são dominadas, como um papagaio que só repete o que escuta e não pára por um momento para pensar, ver se tudo isso funciona e muito menos recorrer a literaturas como O Céu Aberto Na Terra e Metrópole Da Morte, Metrópole Da Vida, para abrir mais a sua mente e a vivenciar esse mundo, pois o autor jamais se restringe com os seus escritos como meros artefatos eruditos. São livros práticos sim! AD


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DVDs CEMITÉRIOS

Por Eduardo Rezende
Independente – nac.
Aqui temos uma série de DVDs lançados pelo professor de geografia, especializado e catedrático em cemitérios. Aqui, em cada um ele narra fatos sobre os cemitérios em especifico, além de várias entrevistas para programas de televisão, para a Uniban, do qual ele leciona. Claro, não vamos colocar aqui todas as infos passadas por ele, pois você precisa assistir estes DVDs para aprender e entender melhor. Em Cemitério da Consolação, Um Museu A Céu Aberto, é um documentário dirigido por Jefferson Cardoso, do qual fala muita coisa do cemitério em questão, histórias tétricas, mas reais, falando de personalidades ali enterradas, uma entrevista com uma gótica, Rosa Dark, depoimentos do professor e filmagens no local. DVD altamente indicado, tanto para freqüentadores do mesmo para aprender mais, como para quem nunca fui neste verdadeiro museu a céu aberto.
Em outro disco, ele fala do Cemitério de Santo André, remetendo a histórias do mesmo, também com entrevistas de pessoas que lá freqüentam e trabalham. Mostrando a diferença dele para os demais cemitérios, principalmente os de São Paulo. Este DVD é um programa de TV chamado Todo ABC, do qual o professor foi entrevistado.
Em outro disco, o professor é entrevistado dentro da própria Uniban, num programa de um canal interno da Universidade. O legal é que ele é entrevistado por ninguém menos do que o grande e veterano jornalista José Mello Marques. Além da qualidade das perguntas, feitas por um fera no jornalismo, o mesmo pergunta sobre assuntos básicos que, quem não está acostumado com esse universo, tem dúvidas mesmo, devidamente esclarecidas pelo professor, além de falar sobre o Cemitério da Vila Formosa. Nele, o professor explicita como começou seu interesse por cemitérios,,por ter morado ao lado do Cemitério da Vila Formosa, e por ser um cemitério grande (o maior da América Latina) e ser um cemitério popular, com muito espaço, a sua vizinhança tinha e tem até hoje uma relação de carinho com o mesmo, do qual serve como se fosse um grande parque, para soltar pipa, brincar e até aprender a dirigir.
O outro disco é um clipping, onde mostra quase todos os programas de TV dos quais o professor esteve presente, como no SPTV da Globo, SBT Notícias, SP Hoje, Acontece da TV Bandeirantes, no Fantástico da Globo e etc.
Em todos estes vídeos, o professor ressalta várias qualidades dos cemitérios, além de jazer os mortos, que é o principal motivo. Primeiro, eles valorizam as casas e terrenos ao redor. Ao contrário do que muitos pensam, eles valorizam o bairro e arredores. Por vários motivos. Primeiro, como são grandes e ocupam quarteirões inteiros, eles têm efeitos benéficos na região. Os dois principais são combater a poluição sonora e a poluição atmosférica. Sim. Combatem a poluição sonora, pois no quarteirão onde o mesmo esteja, garante silêncio para a região (caso eles não existisse, teriam mais casas e comércios no local em si, gerando mais barulho ainda). Ainda, combatem a poluição atmosférica da região, pois naquele quarteirão onde ele ocupa, não tem ruas nem movimento, apenas quando há enterro. Tanto, que graças ao Cemitério da Consolação, garante qualidade de vida, menos barulho, poluição e movimento no bairro de Higienópolis, fazendo dele, uma das áreas mais valorizadas da América Latina! Enfim, quem é culto e á ávido por aprender, mesmo que não seja Gótico, vai ter grandes aulas com estes DVDs. Vale muito a pena! AD

DVDs:
DVD 1: Cemitério da Consolação
DVD 2: Cemitério da Vila Formosa
DVD 3: Cemitério de Santo André
DVD 4: Vila Formosa e Consolação